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	<title>Mundo da Psicologia &#187; Informações</title>
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	<description>Um mundo de informações num só lugar!</description>
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		<title>Sociedade Artificial e Inseminação de Consumo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Primo]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Trigêmeas]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Segue ótimo texto do Alex Primo refletindo sobre o caso dos pais que decidiram deixar uma das trigêmeas no hospital após o nascimento, por que eles tinham programado ter apenas 2 filhas e não 3. Uma reflexão sobre a &#8220;nova&#8221; (?) forma de nos relacionarmos. Você deve ter lido (e ficado chocado) sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Olá!</p>
<p style="text-align: justify;">Segue ótimo texto do Alex Primo refletindo sobre o caso dos pais que decidiram deixar uma das trigêmeas no hospital após o nascimento, por que eles tinham programado ter apenas 2 filhas e não 3.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma reflexão sobre a &#8220;nova&#8221; (?) forma de nos relacionarmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Você deve ter lido (e ficado chocado) sobre o casal de classe média alta de Curitiba que, após investir em uma cara inseminação artificial, decide abandonar uma das trigêmeas no hospital. Para eles a decisão era simples: não queriam mais que duas filhas. Segundo uma lógica grosseiramente econômica, eles devem pensar que o &#8220;pacote&#8221; que compraram está trazendo um &#8220;brinde&#8221; indesejado. O contrato assinado na clínica de reprodução assistida deixava clara a possibilidade de nascimento de até quatro filhos. Mesmo assim, o casal parecia determinado a &#8220;comprar&#8221; no máximo dois bebês.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na maternidade, enquanto as outras famílias vibravam emocionadas com seus recém-nascidos, o marido tomava a decisão de qual das três deixaria para trás no hospital. Optou inicialmente em &#8220;descartar&#8221; aquela que apresentou um pequeno problema respiratório durante o nascimento &#8212; algo que pode acontecer em partos, principalmente de gêmeos e prematuros, e que não necessariamente determina problemas futuros. A escolha de dois bebês dentre os três não parecia muito distante daquela que o casal provavelmente empreende ao selecionar quais frutas vão levar em um supermercado. Não estavam ali em sua frente três filhas legítimas, mas três unidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O casal agora diz estar arrependido, enquanto as trigêmeas permanecem recolhidas em um abrigo do Conselho Tutelar. A advogada sugere como causa da polêmica decisão uma depressão pós-parto. Mas e o pai? O que justifica sua determinação em sair do hospital com apenas dois bebês, deixando para trás uma filha? O parto foi mais que planejado. Investiu-se uma significativa soma na inseminação artificial. Mas o resultado final frustrou o projeto traçado pelo casal. Sem problemas, a solução seria simples: abandonar o bebê que para eles parecia &#8220;excessivo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Desculpem, estou escrevendo com a mão pesada, exagerando nos termos. Mas, como cidadão e como pai, não tenho como não ficar indignado. Além de meu pesar pelo futuro das três crianças, mais uma vez observo como as relações humanas cada vez mais se objetivam, tornam-se estritamente pragmáticas, reduzidas a uma troca econômica. Em nossa sociedade do consumo, somos o que compramos e o que mostramos. Dada a velocidade da obsoletização dos bens, o rápido descarte e substituição por novos produtos são a única forma de satisfazermos nossa gana consumista. E o mercado está preparado para oferecer soluções temporárias para nossa fúria capitalista.</p>
<p>Fonte: <a title="Dossiê Alex Primo" href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2011/04/07/sociedade_artificial_e_inseminacao_de_co/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+DossieAlexPrimo+%28Dossi%C3%AA+Alex+Primo%29" target="_blank">Dossiê Alex Primo</a></p>
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		<title>Capes e CNPQ divulgam nota sobre acúmulo de bolsa e vínculo empregatício</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 14:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[aluno-bolsista]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de estudo]]></category>
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		<category><![CDATA[cnpq]]></category>
		<category><![CDATA[vínculo empregatício]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) CNPq, devido à interpretação errônea que algumas instituições de ensino superior estão fazendo acerca da Portaria Conjunta Capes/CNPq n° 01 de 15/07/2010, que trata de acúmulo de bolsas de mestrado e doutorado com vínculo [...]]]></description>
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		</div>
<p>Olá!</p>
<p>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) CNPq, devido à interpretação errônea que algumas instituições de ensino superior estão fazendo acerca da Portaria Conjunta Capes/CNPq n° 01 de 15/07/2010, que trata de acúmulo de bolsas de mestrado e doutorado com vínculo empregatício, vínculo este adquirido pelo bolsista já no gozo da condição de aluno-bolsista da Capes ou do CNPq, fazem alguns esclarecimentos.</p>
<p>Acesse <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/NotaCapesCNPq.pdf" target="_blank">aqui</a> o documento.</p>
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		<title>Anulação do Conselho Federal de Psicanálise</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 16:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Federal de Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra Ellen Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Em 17/02 a Ministra Ellen Gracie, do Superior Tribunal Federal, negou o seguimento do Recurso Extraordinário interposto pelo Conselho Federal de Psicanálise do Brasil. Com isso o referido Conselho está impedido de praticar os atos consubstanciados em seu “Estatuto Social”, bem como, de utilizar o título de Conselho Federal. Essa decisão mantém a anterior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Olá!</p>
<p style="text-align: justify;">Em 17/02 a Ministra Ellen Gracie, do Superior Tribunal Federal, negou o seguimento do Recurso Extraordinário interposto pelo Conselho Federal de Psicanálise do Brasil. Com isso o referido Conselho está impedido de praticar os atos consubstanciados em seu “Estatuto Social”, bem como, de utilizar o título de Conselho Federal. Essa decisão mantém a anterior, do Tribunal Regional Federal, de 17 de junho de 2003, de que anulava todos os atos praticados pelo referido conselho, no exercício das atividades de fiscalização da profissão de psicanalista clínico.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação solicitando a suspensão de todos os efeitos decorrentes da criação do Conselho Federal de Psicanálise Clínica, a ordenação de que o órgão se abstivesse da prática de todos os atos consubstanciados em seu Estatuto Social, bem como a declaração da nulidade dos atos praticados pelo mesmo foi movida pelo Conselho Regional de Psicologia – 8ª Região e pelo Conselho Federal de Psicologia.</p>
<p style="text-align: justify;">No CRP-08 o entendimento era de que o Conselho Federal de Psicanálise do Brasil não poderia fiscalizar o exercício profissional de psicanalista, pois tal prática usurpava a sua esfera de competência, para os conselhos profissionais a competência para fiscalizar é reconhecida a partir de Lei Federal. No caso do Conselho Federal de Psicanálise a lei não existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a Assessora Jurídica do CRP-08, Zenaide Carpanez (OAB-PR 18.420), com a decisão do STF está cassado o Conselho Federal de Psicanálise do Brasil, em definitivo – portanto não pode exercer atividades de fiscalização – restando ao Conselho Regional de Psicologia do Paraná requerer que suas portas sejam fechadas.</p>
<p>Fonte: <a title="Kanzler Melo Psicologia" href="http://kanzlermelo.com/2011/03/23/fim-da-linha-para-o-conselho-federal-de-psicanalise/" target="_blank">Kanzler Melo Psicologia</a></p>
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		</item>
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		<title>Crônica da Loucura</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 15:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Fernando Veríssimo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos. Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito e o que cuida do louco: *o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra*. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito e o que cuida do louco: *o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra*. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era louco, ficou.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante quarenta anos, passei longe deles. Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras acumuladas. Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco semanal.</p>
<p style="text-align: justify;">O melhor da terapia é chegar antes, alguns minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera. Onde faço a minha terapia é uma casa grande com oito loucos analistas. Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco. Ninguém olha para ninguém. O silêncio é uma loucura.</p>
<p style="text-align: justify;">E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm, se são rotarianos ou leoninos, corintianos ou palmeirenses.  Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo. E a sala de espera de um &#8220;consultório médico&#8221;, como diz a atendente absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela), é um prato cheio para um louco escritor como eu. Senão, vejamos:</p>
<p>Na última quarta-feira, estávamos:</p>
<ol>
<li>Eu</li>
<li>Um crioulinho muito bem vestido,</li>
<li>Um senhor de uns cinqüenta anos e</li>
<li>Uma velha gorda.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles. Não foi difícil, porque eu já partia do principio que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados.</p>
<p style="text-align: justify;">(2) O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista como o nosso, deve ter contribuído muito para levá-lo até aquela poltrona de vime. Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro e não conseguiu entrar como sócio do &#8220;Harmonia do Samba&#8221;? Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social, com certeza.</p>
<p style="text-align: justify;">O olhar dele era triste, cansado. Comecei a ficar com pena dele. Depois notei que ele trazia uma mala. Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro. Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo. Podia ter também uma arma lá dentro. Podia ser perigoso. Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.</p>
<p style="text-align: justify;">(3)E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos? Como ele estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique no olho esquerdo. Corno, na certa. E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram? Observo as mãos. Roía as unhas. Insegurança total, medo de viver. Filho drogado? Bem provável.</p>
<p style="text-align: justify;">Como era infeliz esse meu personagem. Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele assoou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra. Faltava um botão na camisa. Claro, abandonado pela esposa. Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas. Homossexual? Acho que não. Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles. Tingido.</p>
<p style="text-align: justify;">(4) Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha. Que bunda imensa. Como sofria, meu Deus. Bastava olhar no rosto dela. Não devia fazer amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria? Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não! Tirou um terço da bolsa e começou a rezar. Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava.</p>
<p style="text-align: justify;">Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada. O que deve ser dos filhos dela? Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos. Tinha cara também de quem mentia para o analista. Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista.  Conto para ele a minha &#8220;viagem&#8221; na sala de espera.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ri&#8230; Ri muito, o meu psicanalista, e diz:</p>
<ul>
<li>O Ditinho (1) é o nosso office-boy.</li>
<li>O de terno preto (2) é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades.</li>
<li>E a gordinha (3) é a Dona Dirce, a minha mãe.</li>
<li>&#8220;E você, não vai ter alta nem tão cedo&#8230;&#8221;</li>
</ul>
<p style="text-align: right;">Luis Fernando Veríssimo</p>
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		<item>
		<title>Acompanhante Terapêutico &#124; Reunião Científica no CPP</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 02:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhante Terapeutico]]></category>
		<category><![CDATA[CPP]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Clínica]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 08/11 as 20:30 haverá uma reunião científica no Círculo Psicanalítico de Pernambuco com Alda Roberta Campos para falar sobre o Acompanhante Terapêutico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Olá!</p>
<p>No dia 08/11 as 20:30 haverá uma reunião científica no Círculo Psicanalítico de Pernambuco com Alda Roberta Campos para falar sobre o Acompanhante Terapêutico.</p>
<p>A sede do CPP fica na Rua Desembargador Martins Pereira, 165 &#8211; Graças e o telefone para contato é 3242-2352.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Esta reunião é GRATUITA. Compareça!<br />
</span></strong></p>
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